Mexendo nas gavetas encontrei uma mensagem que recebi em um dos meus aniversários. Mesmo sem pedir permissão vou ‘roubar’ um trecho, transcrevê-lo logo abaixo.
“Eu queria escrever pra você uma mensagem bem legal!
Diferente de tudo que existe, que ao ler, seu coração pulasse mais rápido, seus olhos brilhassem mais e seus lábios expressassem o mais lindo sorriso;
que te deixasse mais feliz e realizada, queria encher sua vida de estrelas e flores...
É muita pretensão, eu sei, mas eu queria mesmo.”
Diferente de tudo que existe, que ao ler, seu coração pulasse mais rápido, seus olhos brilhassem mais e seus lábios expressassem o mais lindo sorriso;
que te deixasse mais feliz e realizada, queria encher sua vida de estrelas e flores...
É muita pretensão, eu sei, mas eu queria mesmo.”
Pode ser que seja mesmo pretensão, mas eu também queria escrever tudo isso pra você. Parar de usar carinhas (: no lugar de todas as palavras que deveriam ser ditas, apenas ditas. “Deixa eu te dizer o que penso. Diga-me o que pensas.” Falando assim, parece tão simples, na verdade deveria ser. [Não coloco mais as mãos no rosto, mas mesmo assim continuo sem entender, você fala pelas entrelinhas, às vezes, não consigo ler.]
Continuei olhando textos e um do Caio F. eu encontrei...
"Eu entro nesse barco, é só me pedir. Nem precisa de jeito certo, só dizer e eu vou (...)”
... Ele disse em meu ouvido que não preciso de pretensão; que escrever não é preciso. Porque os sentimentos são assim, todos imprecisos, sem receita ou jeito certo. Não posso escrever algo “diferente de tudo que existe”, mas posso te convidar pra viver comigo algo “diferente de tudo que existe”. Você vem?

Argumentando assim não tem como dizer não.
ResponderExcluir;)
Abraços!