domingo, 24 de julho de 2011

Nosso Amor Inventado

É que nas brigas,
O importante é que não se digam
Coisas que abram feridas
Que não tem como fechar

Thedy Corrêa

E os amores de ficção são sempre complicados, nesses amores inventados os apaixonados agem sempre como gato e rato. Esses amores mexicanos são verdadeiros carnavais, onde em cada ala uma emoção é a principal. Chega a ser interessante esse tal amor de novela, pois, quem está de fora vê que as brigas não têm razão e que os “pombinhos” foram feitos um para o outro, eternos apaixonados. E nessas histórias depois da briga vem um suspiro de calmaria e oceano de confusões, mas tudo acaba bem.   
E a canção me mostra a vida e a canção descreve “
Exagerado jogado aos teus pés eu sou mesmo exagerado adoro um amor inventado”. E todos sabem que esses amores sempre têm um final feliz. Por isso eu adoro o NOSSO AMOR INVENTADO, porque nós vamos viver esse feliz para sempre!

Amor Ad Aeternum!

domingo, 17 de julho de 2011

E...


Que faço isso pra esquecer
Eu deixo a onda me acertar
E o vento vai levando tudo embora
Renato Russo

E eu contemplava a imensidão daquele oceano e reza baixinho. Pedia que ele me fizesse livre, que me fizesse infinita e forte, que me fizesse seu espelho.
E na cadeira que eu postei n’areia eu chorava e me deixava inundar, enquanto a imensa lua afagava minha face com seu ar saudoso de um tempo não tão distante.
E peguei um punhado de areia, cada grão era um sonho, sonho bom, sonho-esperança. E peguei um punhado de areia de sonhos, que se esvaia pelos meus dedos, eu a via indo embora, começando a fazer parte da praia dos sonhos perdidos.
E a brisa da noite me embriagava, aquele torpor que eu sentia me fazia lembrar, lembrar de tudo aquilo que eu mais queria esquecer.
E o tempo. Tempo inimigo. Tempo que passa lento, lento dentro de mim.
E o pássaro solitário que voa pela noite, faz lembrar... O pássaro solitário sou eu, um eu que voa pela vida sem ninguém.
E a maré trás consigo várias coisas, trás consigo pedaços de um outro mundo. A maré que consome a areia e reflete a luz da lua, lua que vive no céu do solitário-pássaro.
E a pintura que essa paisagem forma no meu olhar, essa pintura me renova, essa pintura pra mim é Lux, Viribus e Fidem.