Busca é um substantivo feminino, que pode ser definida como um movimento íntimo para alcançar um fim.
O sentimento, ou melhor, o desejo de buscar faz parte da natureza humana. Quando nasce a primeira forma de comunicação do bebê com o mundo é o choro. Esse é o modo mais eficaz para que ele consiga aquilo que ele busca. Seja para findar com sua fome, dor ou incomodo.
Entretanto, com o passar dos anos nossas necessidades ficam mais suscetíveis a influências (externas e internas) e igualmente complexas, por esse motivo cada vez buscamos mais e mais.
Mas o que realmente procuramos? Procuramos satisfação, felicidade, amor, riqueza, saúde, longevidade, status, poder, prestígio, a alma-gêmea... Buscamos incansavelmente, com os olhos vendados, coisas que nem sequer sabemos o que são, que nem sabemos querer.
Mas porque buscamos algo? Se em muitos casos não sabemos nem o que é. Como no caso da comida que não existe, comida essa que sabemos querer, porém, não sabemos como é.
Maquiavel dizia que “quanto mais próximo o homem estiver de um desejo, mais o deseja; e se não consegue realizá-lo, maior dor sente.”
Nós queremos ficar completos, mas o que nos falta? Sempre traçamos nossos objetivos, objetos de desejo, nossas metas para o futuro. Mas quando os alcançamos percebemos que não era bem ‘aquilo’. Criamos então, novos sonhos, novas vontades, novas esperanças. Porém, nunca ficamos satisfeitos. Não nos sentimos plenos. Parece até que somos um quebra-cabeça, daqueles bem difíceis de montar, que dão vontade de desistir e que nunca completamos porque perdemos uma peça, aquela, a principal, fundamental.
Nascemos e morremos, em meio a idas e vindas, vitórias, derrotas, guerras e paz. E todos continuam a caçar, procurar, virar, revirar, tentando encontrar isso ou aquilo, aquele elemento, sentimento. O tempo passa e nos vemos perdidos, sem encontrar o sentido omitido. O fator tão simples que sempre esteve em baixo dos nossos narizes, nas ruas, nas calçadas, em tudo a nossa volta.
Quando você encontrar a resposta para o que [todos] procuramos, guarde-a e deixe que cada um encontre por si só, pois, aí é que está a graça de viver.
O sentimento, ou melhor, o desejo de buscar faz parte da natureza humana. Quando nasce a primeira forma de comunicação do bebê com o mundo é o choro. Esse é o modo mais eficaz para que ele consiga aquilo que ele busca. Seja para findar com sua fome, dor ou incomodo.
Entretanto, com o passar dos anos nossas necessidades ficam mais suscetíveis a influências (externas e internas) e igualmente complexas, por esse motivo cada vez buscamos mais e mais.
Mas o que realmente procuramos? Procuramos satisfação, felicidade, amor, riqueza, saúde, longevidade, status, poder, prestígio, a alma-gêmea... Buscamos incansavelmente, com os olhos vendados, coisas que nem sequer sabemos o que são, que nem sabemos querer.
Mas porque buscamos algo? Se em muitos casos não sabemos nem o que é. Como no caso da comida que não existe, comida essa que sabemos querer, porém, não sabemos como é.
Maquiavel dizia que “quanto mais próximo o homem estiver de um desejo, mais o deseja; e se não consegue realizá-lo, maior dor sente.”
Nós queremos ficar completos, mas o que nos falta? Sempre traçamos nossos objetivos, objetos de desejo, nossas metas para o futuro. Mas quando os alcançamos percebemos que não era bem ‘aquilo’. Criamos então, novos sonhos, novas vontades, novas esperanças. Porém, nunca ficamos satisfeitos. Não nos sentimos plenos. Parece até que somos um quebra-cabeça, daqueles bem difíceis de montar, que dão vontade de desistir e que nunca completamos porque perdemos uma peça, aquela, a principal, fundamental.
Nascemos e morremos, em meio a idas e vindas, vitórias, derrotas, guerras e paz. E todos continuam a caçar, procurar, virar, revirar, tentando encontrar isso ou aquilo, aquele elemento, sentimento. O tempo passa e nos vemos perdidos, sem encontrar o sentido omitido. O fator tão simples que sempre esteve em baixo dos nossos narizes, nas ruas, nas calçadas, em tudo a nossa volta.
Quando você encontrar a resposta para o que [todos] procuramos, guarde-a e deixe que cada um encontre por si só, pois, aí é que está a graça de viver.
Jéssica Barros

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